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Publicado em Saúde por Carla Sousa
 

Carla Sousa

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Proteína... será que só os desportistas precisam dela?

Muitas vezes, nos processos de emagrecimento, é sugerido complementar a alimentação com suplementos de proteína, de maneira a ajudar a manter o tónus muscular.

As pessoas normalmente têm “medo” deste tipo de suplementos, pois pensam que lhes pode fazer engordar, que são suplementos para atletas e para quem quer ganhar peso. E há ainda o mito (ainda não comprovado) de que a proteína faz mal aos rins.

 

Vários estudos já demonstraram a utilidade de suplementos proteícos nas dietas de emagrecimento, de maneira a: combater a flacidez; diminuir o apetite (nenhum alimento dá tanta saciedade); ajudar na diminuição da gordura corporal (a proteina é termogénica); e ajudar no controle glicémico.

 

Então vamos lá falar um pouco sobre proteínas…

 

As proteínas estão presentes em abundância em todo o corpo humano, em tecidos, órgãos e células. São, depois da água, o elemento em maior quantidade no organismo. 

São formadas por uma cadeia de aminoácidos que resultam em moléculas essenciais que são o material de construção do nosso organismo, cruciais no crescimento, na formação e reparação dos ossos, músculos, tecidos conjuntivos, pele, órgãos internos e para a produção de hormonas, enzimas e componentes do sistema imunitário. Sem a proteína não há vida.

 

Fontes de proteína disponíveis na alimentação:

• Proteínas animais: ovos, leite, produtos lácteos, carne, peixe e frutos do mar 

• Fontes vegetais: leguminosas (lentilhas, feijão, ervilhas, soja); frutos secos: noz, avelã, amêndoa.

 

As proteínas animais são as de alto valor biológico (possuem os aminoácidos essenciais e que não são sintetizados pelo organismo). Além de fornecerem aminoácidos completos, são também ricas em ferro, zinco e vitamina B12. Mas possuem a desvantagem de serem mais pobres em fibras e mais ricas em gorduras saturadas, sendo o seu consumo excessivo desaconselhado.

 

Já as proteínas de origem vegetal são de baixo valor biológico, possuem quantidade menor de aminoácidos essenciais mas em contrapartida são ricas em fibras, glícidos complexos e não possuem gorduras nocivas. A excepção é a soja (e os seus derivados) que apesar serem fontes vegetais possuem proteínas de elevado valor biológico.

 

O consumo de proteína deve ser diversificado e equilibrado com uma ingestão simultânea de proteínas de origem animal e vegetal, por forma a se conseguir uma síntese proteica eficaz, com fornecimento de todos os aminoácidos nas quantidades e proporções desejáveis de modo a manter o correto funcionamento do organismo. 

E claro, este consumo adequado de proteinas deverá ser sempre acompanhado da preocupação de ingerir igualmente bastantes alimentos alcalinizantes (como vegetais e fruta) pois as proteinas são bastante acidificantes do organismo, e este meio ácido no organismo não é desejável nem propício à saúde.

 

Quando não for possível ingerir, através da alimentação, este “pool” de aminoácidos provenientes das diferentes fontes alimentares, é recomendado complementar a alimentação com alguns suplementos proteícos, quer proteina whey, quer as opções vegetais como a soja, a ervilha ou o cânhamo, etc.

 

Sobre estes, vou-vos falar no meu próximo post!!!

Até breve. :)

 

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